Fernando Scheller e Cátia Luz, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - A compra da rede de utilidades domésticas Camicado pela gaúcha Renner, no início do mês, surpreendeu pela discrição das negociações e pela decisão da rede de vestuário de entrar em um novo segmento. A aquisição parece ter servido de estopim para aguçar o apetite de fundos de private equity e de grandes empresas pelas redes de médio porte - sobretudo as regionais - com forte potencial de expansão nos próximos anos.
O varejo sobe posições na lista de prioridades de investidores à medida que o consumo das famílias se torna cada vez mais importante na economia brasileira. Em 2010, a demanda interna respondeu por 60% do Produto Interno Bruto. E, mesmo partindo de uma base forte, cresceu 10,3%, acima dos 7,5% do PIB como um todo.
A estabilidade econômica - auxiliada pela renda e pelo crédito mais robustos - ampliou a oferta de produtos que o consumidor pode comprar. E a consolidação do varejo nacional ao longo do tempo reflete essa evolução do consumo: o setor de supermercados e hipermercados é um dos mais consolidados, com forte presença de gigantes internacionais, como Carrefour e Walmart. O de bens duráveis, como eletrônicos e eletrodomésticos, também já tem concentração similar a de países desenvolvidos. O mercado de confecções, apesar de ainda altamente pulverizado, já viu o forte crescimento de redes como Renner, Riachuelo e Marisa nos últimos anos. Agora, ainda de olho nos segmentos tradicionais, grandes varejistas e investidores se preparam para ocupar territórios praticamente inexplorados.
Tome-se o caso do setor de cama, mesa e banho. Apesar do recente negócio com a Camicado e da compra da MMartan pela Coteminas, em 2009, uma das maiores redes desse mercado ainda é independente: a paulista Zelo. Com 42 lojas e faturamento de R$ 320 milhões por ano, a empresa ainda não se rendeu ao "canto da sereia" de fundos de investimento e de concorrentes. Apesar de já ter conversado com pelo menos uma dezena de interessados, o sócio-diretor Mauro Razuk - que divide o capital da empresa com quatro irmãos - conta que as propostas foram insuficientes para concretizar negociações formais.
A baiana Le Biscuit, rede de 15 lojas que vende de material escolar a brinquedos, também não avançou nas conversas. Mas o contato com investidores já causou mudanças na empresa, que decidiu buscar profissionais de mercado para os cargos de diretoria e contratar a Ernst Young para auditar suas contas.
Fundada há 43 anos, a rede experimentou uma forte expansão nos últimos cinco anos, pegando carona no aumento do poder de compra do nordestino. Álvaro Sant’Anna, presidente da rede, diz que o importante é acompanhar as mudanças nas aspirações do consumidor. "Hoje, sou uma loja para a classe C, mas com produtos de classe B. Quero me antecipar ao cliente", afirma.
À medida que o consumidor quer comprar mais e melhor, abre-se um variado cardápio de oportunidades para os investidores. Para Daniel Sterenberg, do fundo Carlyle, está claro que o consumo de "indulgências" ganha força e abre o leque de investimentos no varejo. "A compra da (operadora de turismo) CVC foi orientada por essa tese."
Atrás de um sócio. Outra rede de força regional, a mato-grossense Lojas Avenida chegou a 71 lojas nas regiões Norte e Centro-Oeste. Em 2011, quer faturar R$ 350 milhões. Para crescer, a rede de confecções, sapatos e cama, mesa e banho busca ativamente um sócio. Contratou banco de investimento e escritório de advocacia para atrair a atenção de um grande fundo de private equity e financiar sua ambição: ter, até 2015, 170 lojas no País e chegar a São Paulo e ao Rio.
Além da relação cada vez mais estreita com os fundos de participação, as redes de médio porte também se aproximam das gigantes do varejo, dispostas a pagar por uma possibilidade de expansão. Para Eduardo Seixas, sócio-diretor da consultoria Alvarez & Marsal, as aquisições vêm para ajudar na solução de dois problemas das grandes redes: o preço salgado e a oferta restrita de imóveis no País. "Para quem tem 130, 150 lojas, fica difícil achar pontos adequados em quantidade suficiente. Por isso, faz sentido crescer diversificando, com uma nova marca."
segunda-feira, 25 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
10 dicas para administrar melhor seu negócio
“A sobrevivência das pequenas empresas depende da sua capacidade de competir no mercado. Ao identificar suas principais necessidades, a empresa consegue adotar um sistema que aprimore sua gestão, aumente sua competitividade e proporcione mais chances de sucesso”, destaca o diretor executivo da FNQ, Ricardo Correa.
Confira a seguir 10 dicas do executivo para administrar melhor seu negócio, aumentando suas chances de sucesso
1. Faça um planejamento estratégico
Estabeleça estratégias para alcançar os objetivos da empresa, levando em conta informações relativas a clientes, mercados, fornecedores, colaboradores, sua capacidade de prestar serviços, produzir e vender. “Isso permite posicionar a organização de forma competitiva e garantir a sua continuidade”, garante Correa. Não basta fica só no planejamento. O próximo passo é criar planos de ação, definindo responsáveis, prazos e recursos necessários para a execução de atividades que visam atingir as principais metas e estratégias.
2. Promova melhorias contínuas
Inovar nos produtos, serviços, processos e métodos de gestão é um passo fundamental para garantir o crescimento do negócio. Ouça as contribuições de colaboradores e busque informações no mercado – as fontes podem ser outras empresas, concorrentes, universidades, centros de pesquisa e associações, entre outras. “A implantação de um programa permanente de melhoria e busca pela excelência contribui para o aumento da competitividade da empresa”, ressalta Correa.
3. Controle o desempenho
A criação de indicadores e metas que permitam controlar as principais atividades e analisar o desempenho do negócio é essencial para garantir uma boa gestão. “Reuniões regulares com os dirigentes da organização são fundamentais para mensurar os resultados obtidos e tomar medidas corretivas, quando necessário”, aponta o diretor da FNQ. Os indicadores e metas devem contemplar as principais áreas da empresa, entre elas finanças, produção, vendas, fornecedores, clientes, colaboradores e questões ambientais.
4. Não descuide das finanças
Fique de olho no fluxo de caixa e tenha sempre um plano orçamentário para, no mínimo, um ano. Correa ressalta que essa é “uma boa estratégia para assegurar a disponibilidade de recursos para a compra de materiais e serviços, o pagamento de funcionários e despesas, além do investimento em equipamentos para comercialização, prestação de serviços, produção e entrega”.
5. Organize as informações
Informações necessárias para a execução das atividades da empresa, análise e condução dos negócios devem ser organizadas em um sistema padronizado, que inclua ferramentas e tecnologias eficazes para atender as necessidades dos colaboradores. “A empresa deve compartilhar as informações a fim de permitir a execução adequada das funções. Quando registradas e documentadas, essas informações possibilitam a continuidade das atividades em caso de substituição de profissionais”, recomenda Correa.
6. Fique de olho na concorrência
Obtenha regularmente informações comparativas de outras empresas do mesmo segmento. “Essa prática é funcional para estimular as organizações a adotarem novas práticas e métodos de melhoria dos serviços, produtos e processos”, explica o diretor da FNQ.
7. Ouça os clientes
Organizar a carteira de clientes, agrupando-os por perfis similares, permite ao empreendedor identificar melhor suas necessidades e formatar serviços e produtos mais adequados para atendê-los. “Considerando as diferenças de cada cliente, é possível divulgar e oferecer produtos e serviços no canal mais adequado para atingi-los e despertar o interesse”, explica Correa. Promover avaliações periódicas de satisfação e criar canais adequados para ouvir as reclamações e sugestões também é importante. “É a melhor forma de identificar oportunidades de melhoria”, diz o especialista.
8. Gerencie os colaboradores
Defina claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, deixando claro a participação de cada um para o sucesso do negócio. Também é importante oferecer capacitação aos colaboradores, criando planos de treinamento. “A organização deve ajudar a desenvolver as habilidades e conhecimentos dos colaboradores para exercer as atividades diárias”, afirma.
9. Promova a qualidade de vida
Adote ações que garantam o bem-estar e a satisfação dos colaboradores, oferecendo benefícios adicionais aos exigidos por lei, como confraternizações e áreas de lazer. “Criar um ambiente mais participativo e agradável é essencial para proporcionar motivação para a realização do trabalho”, diz Correa.
10. Invista em responsabilidade social e ambiental
“Mais do que nunca, é importante estar atento ao consumo consciente, com o uso controlado de água, energia elétrica e papel, bem como o descarte correto de sobras de produção, lixo, lâmpadas fluorescentes, cartuchos de impressora e embalagens”, afirma Correa. Prestar atenção aos danos que as atividades e instalações da empresa causam ao meio ambiente é essencial. Promova também ações e projeto sociais, conscientizando e envolvendo os colaboradores. “Dessa forma, é possível contribuir para o desenvolvimento sustentado da organização e do país”, destaca o executivo.
Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/10-dicas-para-administrar-melhor-seu-negocio
Confira a seguir 10 dicas do executivo para administrar melhor seu negócio, aumentando suas chances de sucesso
1. Faça um planejamento estratégico
Estabeleça estratégias para alcançar os objetivos da empresa, levando em conta informações relativas a clientes, mercados, fornecedores, colaboradores, sua capacidade de prestar serviços, produzir e vender. “Isso permite posicionar a organização de forma competitiva e garantir a sua continuidade”, garante Correa. Não basta fica só no planejamento. O próximo passo é criar planos de ação, definindo responsáveis, prazos e recursos necessários para a execução de atividades que visam atingir as principais metas e estratégias.
2. Promova melhorias contínuas
Inovar nos produtos, serviços, processos e métodos de gestão é um passo fundamental para garantir o crescimento do negócio. Ouça as contribuições de colaboradores e busque informações no mercado – as fontes podem ser outras empresas, concorrentes, universidades, centros de pesquisa e associações, entre outras. “A implantação de um programa permanente de melhoria e busca pela excelência contribui para o aumento da competitividade da empresa”, ressalta Correa.
3. Controle o desempenho
A criação de indicadores e metas que permitam controlar as principais atividades e analisar o desempenho do negócio é essencial para garantir uma boa gestão. “Reuniões regulares com os dirigentes da organização são fundamentais para mensurar os resultados obtidos e tomar medidas corretivas, quando necessário”, aponta o diretor da FNQ. Os indicadores e metas devem contemplar as principais áreas da empresa, entre elas finanças, produção, vendas, fornecedores, clientes, colaboradores e questões ambientais.
4. Não descuide das finanças
Fique de olho no fluxo de caixa e tenha sempre um plano orçamentário para, no mínimo, um ano. Correa ressalta que essa é “uma boa estratégia para assegurar a disponibilidade de recursos para a compra de materiais e serviços, o pagamento de funcionários e despesas, além do investimento em equipamentos para comercialização, prestação de serviços, produção e entrega”.
5. Organize as informações
Informações necessárias para a execução das atividades da empresa, análise e condução dos negócios devem ser organizadas em um sistema padronizado, que inclua ferramentas e tecnologias eficazes para atender as necessidades dos colaboradores. “A empresa deve compartilhar as informações a fim de permitir a execução adequada das funções. Quando registradas e documentadas, essas informações possibilitam a continuidade das atividades em caso de substituição de profissionais”, recomenda Correa.
6. Fique de olho na concorrência
Obtenha regularmente informações comparativas de outras empresas do mesmo segmento. “Essa prática é funcional para estimular as organizações a adotarem novas práticas e métodos de melhoria dos serviços, produtos e processos”, explica o diretor da FNQ.
7. Ouça os clientes
Organizar a carteira de clientes, agrupando-os por perfis similares, permite ao empreendedor identificar melhor suas necessidades e formatar serviços e produtos mais adequados para atendê-los. “Considerando as diferenças de cada cliente, é possível divulgar e oferecer produtos e serviços no canal mais adequado para atingi-los e despertar o interesse”, explica Correa. Promover avaliações periódicas de satisfação e criar canais adequados para ouvir as reclamações e sugestões também é importante. “É a melhor forma de identificar oportunidades de melhoria”, diz o especialista.
8. Gerencie os colaboradores
Defina claramente as funções e responsabilidades dos colaboradores, deixando claro a participação de cada um para o sucesso do negócio. Também é importante oferecer capacitação aos colaboradores, criando planos de treinamento. “A organização deve ajudar a desenvolver as habilidades e conhecimentos dos colaboradores para exercer as atividades diárias”, afirma.
9. Promova a qualidade de vida
Adote ações que garantam o bem-estar e a satisfação dos colaboradores, oferecendo benefícios adicionais aos exigidos por lei, como confraternizações e áreas de lazer. “Criar um ambiente mais participativo e agradável é essencial para proporcionar motivação para a realização do trabalho”, diz Correa.
10. Invista em responsabilidade social e ambiental
“Mais do que nunca, é importante estar atento ao consumo consciente, com o uso controlado de água, energia elétrica e papel, bem como o descarte correto de sobras de produção, lixo, lâmpadas fluorescentes, cartuchos de impressora e embalagens”, afirma Correa. Prestar atenção aos danos que as atividades e instalações da empresa causam ao meio ambiente é essencial. Promova também ações e projeto sociais, conscientizando e envolvendo os colaboradores. “Dessa forma, é possível contribuir para o desenvolvimento sustentado da organização e do país”, destaca o executivo.
Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/10-dicas-para-administrar-melhor-seu-negocio
terça-feira, 5 de abril de 2011
O que muda para o consumidor com o cadastro positivo
Medida provisória que deve ser votada no Congresso nas próximas semanas vai reduzir juros e aumentar o acesso das classes C e D ao crédito
São Paulo - O cadastro positivo vai beneficiar todos os bons pagadores, que poderão tomar empréstimos com juros mais baixos. Mas a principal mudança será percebida pelos consumidores das classes C e D. Essas pessoas passarão a ter acesso a linhas de financiamento que hoje não estão a sua disposição em bancos e varejistas. A opinião é de Elias Sfeir, presidente do bureau de crédito Equifax no Brasil
A medida provisória 518, que cria o cadastro positivo, foi assinada pelo então presidente Lula no final de dezembro e deve ser apreciada em plenário pela Câmara nas próximas semanas antes de seguir para o Senado. O texto tramita em regime de urgência e já tem mais de 70 emendas. Os deputados ainda negociam com o relator Leonardo Quintão (PMDB-MG) possíveis mudanças na MP.O texto não estabelece como será o repasse para os bureaux de crédito (como Equifax, Serasa e SCPC) de informações sobre o histórico de pagamento de clientes de bancos, varejistas e concessionárias de serviços públicos. Diz apenas que os bancos não poderão limitar nem dificultar a concessão das informações.
Para Sfeir, da Equifax, é importante que o Congresso inclua no texto a obrigatoriedade de que as empresas repassem as informações de graça. "Essas informações pertencem aos clientes, e não às empresas", afirma. "Se houver cobrança, vai encarecer o custo do relatório elaborado pelo bureau e inviabilizar as consultas em caso de empréstimos de baixo valor." Veja abaixo os principais trechos da entrevista:
EXAME.com - Qual será o efeito do cadastro positivo sobre o crédito?
Elias Sfeir – Esse projeto vai aumentar a concessão de empréstimos porque os bancos terão mais segurança para avaliar para quem vão liberar financiamentos. Existe um estudo que mostra que, se não houvesse o cadastro positivo nos Estados Unidos, haveria uma diminuição de 11,4% no número de empréstimos concedidos. Por aí dá para ter uma ideia da importância da aprovação dessa medida provisória.
EXAME.com – Nos EUA, existe muito mais concorrência entre os bancos. Não foi isso que fez os juros caírem lá para patamares hoje impensáveis no Brasil?
Sfeir – Acho que aqui também existe alguma concorrência entre os grandes bancos. O cadastro positivo vai melhorar isso. O objetivo do projeto é reduzir o spread bancário e os juros cobrados dos clientes.
EXAME.com – A taxa básica de juros caiu pela metade durante o governo Lula, mas os bancos continuam a cobrar mais de 200% ao ano em modalidades de financiamento como o cartão de crédito. Por que o consumidor vai acreditar que o ganho dos bancos com o cadastro positivo será repassado?
Sfeir – Eu não tenho como afirmar como vão se comportar os juros bancários nos próximos anos, mas acredito que haverá aumento da concorrência.
EXAME.com – Então o que realmente muda para o cidadão?
Sfeir - O grande mérito dessa ferramenta será a disseminação do crédito entre as classes C e D, menos favorecidas. Hoje a maioria dessas pessoas não tem acesso a crédito mesmo que pague todas suas contas em dia. A medida provisória enviada ao Congresso pelo ex-presidente Lula permite que os bancos e os varejistas possam consultar o histórico de pagamento de contas de água, energia ou telefonia fixa antes de dar crédito a alguém. Essas informações vão ser usadas tanto para a avaliação da capacidade de pagamento de uma pessoa quanto para que o banco possa reduzir perdas com empréstimos ruins
EXAME.com – Quem não tem um histórico bom de pagamentos não poderá pagar ainda mais por empréstimos?
EXAME.com – Associações de defesa do consumidor afirmam que quem não tem o hábito de se endividar pode não ter acesso a juros mais baixos justamente por isso. Alguém que nunca toma crédito não pode provar que é um bom pagador. Não é uma distorção do cadastro positivo?
Sfeir – Não vejo problema. Essas pessoas serão avaliadas pela regularidade com que pagam as faturas de serviços como energia e telefone. Se estiver tudo direitinho, eles terão acesso a crédito.
EXAME.com – A partir do momento em que o texto do cadastro positivo seja aprovado no Congresso e sancionado pela presidente Dilma, quanto tempo levará para que a ferramenta comece a ser utilizada?
Sfeir – Depende de como será aprovado o projeto, mas acho que será bem rápido. A Equifax, a Boa Vista (SCPC) e a Serasa são os bureaux de crédito que acumulam dados sobre o histórico de pagamento dos brasileiros. Acredito que em breve essas três empresas estarão oferecendo também o cadastro positivo. Todas são empresas sérias com responsabilidade civil sobre os dados divulgados e que mantém o sigilo dessas informações.
EXAME.com – A medida provisória que foi enviada pelo Executivo ao Congresso é boa?
Sfeir – Minha principal preocupação é em relação ao compartilhamento das informações. Acho que o projeto deveria estabelecer que os bancos, os varejistas e as concessionárias de serviços públicos devem informar os bureaux de crédito sobre as operações realizadas por seus clientes. Esse serviço deve ser colocado à disposição de todos os bureaux e não pode ser cobrado. Do jeito que o projeto está, eu não sei se o banco não vai querer cobrar para fazer isso. Se houver cobrança, vai encarecer o custo do relatório elaborado pelo bureau e inviabilizar as consultas em caso de empréstimos de baixo valor.
EXAME.com – Hoje os bancos e os varejistas não avisam o bureau quando alguém deixa de pagar uma conta?
Sfeir – Sim, eles nos avisam para que a gente envie uma carta ao cliente e o alerte que o não-pagamento vai implicar em sua inclusão na lista de maus pagadores. Mas eu não sei se o banco vai querer compartilhar as informações para a constituição de um cadastro positivo. Vale lembrar que essas informações pertencem aos clientes, e não às empresas. Se o consumidor der sinal verde, a informação precisa ser compartilhada. O que falta é deixar isso explícito na medida provisória.
EXAME.com – Como funciona isso em outros países?
Sfeir – Nos Estados Unidos, existe um órgão responsável por compartilhar essas informações. O que defendo é um modelo igual ao deles, de livre acesso dos bureaux às informações. Isso leva a mais competição.
terça-feira, 1 de março de 2011
Compras coletivas: uma febre que veio para ficar | Consumidor Moderno
Compras coletivas: uma febre que veio para ficar Consumidor Moderno
Pessoal, boa noite.
Segue um link sobre compras coletivas da revista Consumidor Moderno.
Vale a pena conferir.
Um abraço,
Marcos Lopes.
Pessoal, boa noite.
Segue um link sobre compras coletivas da revista Consumidor Moderno.
Vale a pena conferir.
Um abraço,
Marcos Lopes.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Como utilizar o TCC para abrir portas no futuro?
Fonte: Equipe InfoMoney
O último desafio do estudante na universidade pode ser encarado como uma porta de entrada para o seu futuro. O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) por muitas vezes é usado como principal chamariz no currículo para se conseguir um emprego.
"Um bom trabalho de TCC pode ser usado como portfólio do candidato a uma vaga de trainee ou emprego, valendo mencioná-lo no currículo. A avaliação se dará em função da relevância do tema do TCC para a atividade da empresa", afirma a supervisora de relacionamento com instituições de ensino do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), Laura Alves.
Segunda a profissional, o estudante deverá ter cuidado com a estruturação, a fundamentação, o texto, as ilustrações e a formatação, enfim, empenhar-se ao máximo em apresentar um projeto de qualidade, lembrando que existem técnicas específicas para essa tarefa.
O próprio CIEE, por exemplo, mantém em seu site um curso gratuito de Educação à Distância, que visa apresentar subsídios teóricos e práticos referentes às etapas que compõem o desenvolvimento de um trabalho científico, seja um TCC, uma monografia, uma dissertação ou tese, por meio de exemplos e estruturas de fácil entendimento.
TCC na empresa
O TCC pode, inclusive, ser aplicado em uma empresa. "Ao abrir suas portas para um estudante fazer uma análise de caso, a empresa vê a oportunidade de iniciar um bom relacionamento com futuros profissionais ou parceiros; de ter sua corporação analisada em ambiente acadêmico; de identificar pontos positivos e negativos de sua atuação; e, em alguns casos, a possibilidade de adotar o projeto com vistas à melhoria de processos e produtos", reconhece a especialista do CIEE. Contudo, Laura recomenda que, se a empresa for objeto exclusivo do TCC do estudante, ele terá de procurá-la para desenvolver o projeto. Caso a companhia seja apenas parte do trabalho ou uma das fontes, é importante (tanto para o projeto quanto para o contato) que o jovem se informe antes sobre ela, por meio de seu site ou dos noticiários. "É importante também estar munido de uma carta de indicação do professor-orientador. Depois de concluído o TCC, o jovem deve encaminhar cópias para a pessoa que o atendeu e para o presidente da empresa, com cartas de agradecimento", avalia a especialista. De fato, a contratação, a partir de um TCC, pode ou não acontecer e dependerá do fato da existência ou não de vagas na companhia. Entretanto, é importante demonstrar interesse em trabalhar ou em ser efetivado, revela Laura. Trabalhando para o futuro A mesma regra do trabalho de conclusão eficiente se enquadra no curso de Sistemas para Internet, da Veris Faculdades, onde, por meio do projeto "TCC Profissionalizante", os alunos ganham a chance de se prepararem para o mercado de trabalho praticando responsabilidade social. Coordenado pelo professor Jefferson Pezeta, o projeto, que possui parceria com diversas ONGs (Organizações Não-Governamentais), proporciona ao estudante a chance de desenvolver ou reformular um site para uma destas instituições. “A elaboração do TCC começa no segundo semestre do curso com a orientação de professores especializados. Os alunos desenvolvem o projeto com foco nas necessidades da instituição selecionada e, durante esse período, apresentam sugestões e melhorias, fazendo os ajustes necessários de acordo com as orientações da entidade para quem estão trabalhando”, afirma Pezeta. De acordo com o professor, a iniciativa ajuda o aluno a se colocar no mercado de trabalho, já que o produto desenvolvido por ele poderá ser utilizado como parte de seu portfólio de apresentação. Cerca de cem alunos já passaram pelo projeto, segundo ele.
INTERETEC - 1º semestre - 2010 - Rio Claro
Alunos do curso de comércio participam do 1º INTERETEC - Comércio realizado na cidade de Rio Claro
Para promover maior integração entre alunos do curso técnico em comércio, realizou-se no mês de Agosto o 1º INTERETEC - Comércio, com a participação de alunos das ETECS: Deputado Ary de Camargo Pedroso ( Piracicaba ), Professor Armando Bayeux da Silva ( Rio Claro ) e Trajano Camargo ( Limeira ).
O objetivo do encontro foi proporcionar aos alunos e professores uma integração para troca de experiências. O evento contou ainda com a palestra ministrada pelo Dr. José Rui Bianchi com o tema "Motivação e Qualidade de Vida". Ao final do evento, os alunos participaram de um coffee break, acompanhado pela apresentação da saxofonista Bruna Pazzeto.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
11 dicas para um bom currículo
Se você está disponível para o mercado de trabalho ou pensa em mudar de emprego, confira algumas dicas para melhorar seu currículo.
Lembrando que devemos manter o currículo sempre atualizado para as oportunidades que aparecem diariamente.
Fonte: Revista Você S/A
Ao preparar ou atualizar o seu CV, pergunte a si mesmo: "Quem ler este texto, vai querer me conhecer?
Português errado, excesso de informação, fotos inadequadas, letras coloridas...A lista de pecados curriculares não termina aí, e cometê-los pode custar uma boa oportunidade de trabalho.Antes de preparar ou atualizar o currículo, lembre-se de que ele é uma apresentação da sua própria vida. "Na verdade, ele é o espelho da pessoa, um reflexo", afirma a headhunter Laís Passarelli, sócia da Passarelli Consultores."Às vezes o candidato é ótimo, mas transmite uma péssima imagem por apresentar um CV ruim", ressalta Neussymar Magalhães, consultora da RHMC.
A seguir, saiba como preparar um currículo com o layout e conteúdo recomendados pelos principais profissionais da área:
1 - Dados pessoais: Resumem-se ao seu nome, endereço com CEP, telefone, email e só. Idade e estado civil são optativos. Não há necessidade de colocar número de CIC, RG, carteira profissional ou título de eleitor. A função do currículo é estimular uma entrevista pessoal - documentos serão pedidos nas etapas seguintes. Para ser encontrado de forma fácil e rápida, mantenha sempre atualizados telefone e email.
2 - Objetivo: Deixe claro, logo no início, a qual cargo você está se candidatando ou qual a sua área de interesse.
3 - Formação: Mencione os cursos de nível superior, de pós-graduação e especializações que fez, na ordem do último para o primeiro. Não se esqueça de colocar os anos de início e término de cada um e o nome completo das instituições. Desista de tentar impressionar o leitor de seu currículo aglomerando cursos relâmpagos. Destaque apenas os que realmente contribuíram para sua formação profissional e realizações.
4 - Experiência profissional: Trata-se de um resumo relâmpago (máximo de dez linhas), sobre sua carreira, a ser exposto na primeira página. O leitor precisa entender sua evolução profissional numa rápida passada de olhos, por isso vá direto ao ponto. Inicie sempre pela experiência mais recente e foque nos resultados alcançados.
5 - Histórico profissional: O ideal é salientar os cargos mais recentes. Inclua data de admissão e de saída, o nome da empresa e o cargo. "O que interessa são as experiências dos últimos cinco ou dez anos", ressalta Laís. Se as empresas por onde você passou não forem conhecidas, faça um resumo (de duas linhas no máximo) do perfil, setor em que atua, faturamento e número de empregados. Comente sobre o departamento em que atuava e explique a sua importância para a empresa. Sintetize suas principais realizações em duas linhas. Destaque projetos que liderou ou dos quais participou, metas atingidas, etc.
6 - Idiomas: Seja honesto, qualquer informação colocada no currículo sempre será checada. Se for fluente, diga que é fluente. Se for intermediário, coloque intermediário. Também mencione se estiver frequentando algum curso. Listar nomes dos certificados de proficiência da língua e intercâmbios culturais ajuda. Desculpas do tipo "meu inglês está enferrujado" ou "com um curso de imersão, recupero meu espanhol" não funcionam e podem até irritar os entrevistadores.
7 - Experiência internacional: Mencione todas as atividades profissionais realizadas no exterior. Esse tipo de vivência profissional é uma das coisas mais valorizadas pelas empresas hoje em dia.
8 - Salários: Não mencione pretensões salariais. "É de péssimo tom", diz Laís. Mesmo que o anúncio peça para você informar quanto quer ganhar, não escreva ainda qual é o salário pretendido. Deixe para tratar desse assunto mais tarde. "Dependendo do valor, esse item já pode ser a primeira barreira entre a empresa e o candidato", afirma Neussymar.
9 - Carta de apresentação: Ela não é fundamental, embora seja bastante útil desde que diga, em cinco linhas, o tipo de empresa e os cargos que você deseja. Se não for curta e objetiva assim, esqueça.
10 - Revisão: Depois de pronto, leia e releia o texto com calma e atenção. É recomendável mostrá-lo para algum amigo mais experiente, que possa alertá-lo para possíveis deslizes, ou até mesmo contratar um revisor. Erros de português e de digitação passam idéia de desleixo.
11 - Orientações de formato:
Número de páginas: O currículo deve ter entre uma e duas páginas. Se o histórico profissional for muito grande, faça um resumo das coisas principais na primeira página e depois entre em detalhes nas páginas seguintes.
Texto: Utilize tipos básicos de letra, que facilitam a leitura. A melhor apresentação são folhas brancas (em caso de envio em papel) e fontes clássicas, como Arial, Times New Roman ou Verdana.
Clareza é fundamental: a pessoa que vai ler o seu currículo tem que entender o que está escrito. Utilize uma linguagem simples, não deixe dúvidas de entendimento.Evite discursos em primeira pessoa. "Em tempos em que o trabalho em equipe é super valorizado, um discurso centralizado no Eu pode sugerir que candidato não sabe trabalhar em grupo", alerta Neussymar. Cuidado com uso da terceira pessoa, por exemplo: "implantou" o projeto de tecnologia, "fez" curso de..."implementou" isso ou aquilo. Falando assim, você corre o risco de cair no pedantismo. Negrito pode ser usado para destacar cargos e funções.
Fotos: Não envie foto anexada ao currículo. Antes de conhecer a cara do candidato, os recrutadores querem saber de seus feitos e habilidades. Só mande foto se isso for pedido e cuide para que seja uma 3x4 comportada.
Lembrando que devemos manter o currículo sempre atualizado para as oportunidades que aparecem diariamente.
Fonte: Revista Você S/A
Ao preparar ou atualizar o seu CV, pergunte a si mesmo: "Quem ler este texto, vai querer me conhecer?
Português errado, excesso de informação, fotos inadequadas, letras coloridas...A lista de pecados curriculares não termina aí, e cometê-los pode custar uma boa oportunidade de trabalho.Antes de preparar ou atualizar o currículo, lembre-se de que ele é uma apresentação da sua própria vida. "Na verdade, ele é o espelho da pessoa, um reflexo", afirma a headhunter Laís Passarelli, sócia da Passarelli Consultores."Às vezes o candidato é ótimo, mas transmite uma péssima imagem por apresentar um CV ruim", ressalta Neussymar Magalhães, consultora da RHMC.
A seguir, saiba como preparar um currículo com o layout e conteúdo recomendados pelos principais profissionais da área:
1 - Dados pessoais: Resumem-se ao seu nome, endereço com CEP, telefone, email e só. Idade e estado civil são optativos. Não há necessidade de colocar número de CIC, RG, carteira profissional ou título de eleitor. A função do currículo é estimular uma entrevista pessoal - documentos serão pedidos nas etapas seguintes. Para ser encontrado de forma fácil e rápida, mantenha sempre atualizados telefone e email.
2 - Objetivo: Deixe claro, logo no início, a qual cargo você está se candidatando ou qual a sua área de interesse.
3 - Formação: Mencione os cursos de nível superior, de pós-graduação e especializações que fez, na ordem do último para o primeiro. Não se esqueça de colocar os anos de início e término de cada um e o nome completo das instituições. Desista de tentar impressionar o leitor de seu currículo aglomerando cursos relâmpagos. Destaque apenas os que realmente contribuíram para sua formação profissional e realizações.
4 - Experiência profissional: Trata-se de um resumo relâmpago (máximo de dez linhas), sobre sua carreira, a ser exposto na primeira página. O leitor precisa entender sua evolução profissional numa rápida passada de olhos, por isso vá direto ao ponto. Inicie sempre pela experiência mais recente e foque nos resultados alcançados.
5 - Histórico profissional: O ideal é salientar os cargos mais recentes. Inclua data de admissão e de saída, o nome da empresa e o cargo. "O que interessa são as experiências dos últimos cinco ou dez anos", ressalta Laís. Se as empresas por onde você passou não forem conhecidas, faça um resumo (de duas linhas no máximo) do perfil, setor em que atua, faturamento e número de empregados. Comente sobre o departamento em que atuava e explique a sua importância para a empresa. Sintetize suas principais realizações em duas linhas. Destaque projetos que liderou ou dos quais participou, metas atingidas, etc.
6 - Idiomas: Seja honesto, qualquer informação colocada no currículo sempre será checada. Se for fluente, diga que é fluente. Se for intermediário, coloque intermediário. Também mencione se estiver frequentando algum curso. Listar nomes dos certificados de proficiência da língua e intercâmbios culturais ajuda. Desculpas do tipo "meu inglês está enferrujado" ou "com um curso de imersão, recupero meu espanhol" não funcionam e podem até irritar os entrevistadores.
7 - Experiência internacional: Mencione todas as atividades profissionais realizadas no exterior. Esse tipo de vivência profissional é uma das coisas mais valorizadas pelas empresas hoje em dia.
8 - Salários: Não mencione pretensões salariais. "É de péssimo tom", diz Laís. Mesmo que o anúncio peça para você informar quanto quer ganhar, não escreva ainda qual é o salário pretendido. Deixe para tratar desse assunto mais tarde. "Dependendo do valor, esse item já pode ser a primeira barreira entre a empresa e o candidato", afirma Neussymar.
9 - Carta de apresentação: Ela não é fundamental, embora seja bastante útil desde que diga, em cinco linhas, o tipo de empresa e os cargos que você deseja. Se não for curta e objetiva assim, esqueça.
10 - Revisão: Depois de pronto, leia e releia o texto com calma e atenção. É recomendável mostrá-lo para algum amigo mais experiente, que possa alertá-lo para possíveis deslizes, ou até mesmo contratar um revisor. Erros de português e de digitação passam idéia de desleixo.
11 - Orientações de formato:
Número de páginas: O currículo deve ter entre uma e duas páginas. Se o histórico profissional for muito grande, faça um resumo das coisas principais na primeira página e depois entre em detalhes nas páginas seguintes.
Texto: Utilize tipos básicos de letra, que facilitam a leitura. A melhor apresentação são folhas brancas (em caso de envio em papel) e fontes clássicas, como Arial, Times New Roman ou Verdana.
Clareza é fundamental: a pessoa que vai ler o seu currículo tem que entender o que está escrito. Utilize uma linguagem simples, não deixe dúvidas de entendimento.Evite discursos em primeira pessoa. "Em tempos em que o trabalho em equipe é super valorizado, um discurso centralizado no Eu pode sugerir que candidato não sabe trabalhar em grupo", alerta Neussymar. Cuidado com uso da terceira pessoa, por exemplo: "implantou" o projeto de tecnologia, "fez" curso de..."implementou" isso ou aquilo. Falando assim, você corre o risco de cair no pedantismo. Negrito pode ser usado para destacar cargos e funções.
Fotos: Não envie foto anexada ao currículo. Antes de conhecer a cara do candidato, os recrutadores querem saber de seus feitos e habilidades. Só mande foto se isso for pedido e cuide para que seja uma 3x4 comportada.
Coca investe em refrigerante customizado
Confira abaixo mais uma estratégia da Coca- Cola para aumentar sua participação de mercado.
FONTE: Portal Exame.
Coca investe em refrigerante customizado
A empresa vai fazer uma grande instalação de equipamentos que permitem misturar sabores da bebida.
Depois de cair 2,1% nas vendas de refrigerantes em 2009, nos Estados Unidos, a Coca-Cola Company resolveu ampliar sua experiência em refrigerantes a partir de combinações feitas pelo consumidor.
O projeto da máquina Freestyle, como foi batizada, teve início há cinco anos e, por enquanto, 69 estão instaladas nos EUA, ainda em fase de testes. Segundo informações do The Wall Street Journal, ainda neste mês, a Coca pretende instalar mais 500 aparelhos no país. As máquinas vão ser distribuídas aos poucos para garantir que cada região terá técnicos bem treinados.
Ao contrário das máquinas tradicionais, que têm vários bocais de onde sai o produto já pronto, a Freestyle tem um único orifício que libera a água carbonatada e os outros "ingredientes" escolhidos pelo cliente, que são misturados ao ar livre. São 104 sabores disponíveis, que podem ser selecionados por meio de um menu numa tela de toque.
O projeto da nova máquina da Coca rendeu à empresa o 19º lugar no ranking de empresas mais inovadoras do mundo, divulgado neste ano pela revista Bloomberg BusinessWeek. Até agora, a companhia registrou 34 patentes para a Freestyle, uma delas, considerada pela Coca como a mais importante, é a tecnologia Perfect Pour, que impede que o refrigerante "montado" por um cliente fique com o gosto do escolhido pelo consumidor anterior.
A tecnologia usada para medir as quantidades de sabor concentrado e armazenado em dezenas de cartuchos plásticos é a mesma aplicada geralmente na manipulação de medicamentos. Para cuidar do design, a Coca contratou projetistas dos carros de corrida da Ferrari, que deram um aspecto mais moderno ao aparelho.
Outro diferencial é que a Freestyle é conectada à internet para enviar informações sobre as preferências dos consumidores em determinados locais e horários e, ainda, avisar a Coca sobre a necessidade de novos carregamentos de ingredientes.
FONTE: Portal Exame.
Coca investe em refrigerante customizado
A empresa vai fazer uma grande instalação de equipamentos que permitem misturar sabores da bebida.
Depois de cair 2,1% nas vendas de refrigerantes em 2009, nos Estados Unidos, a Coca-Cola Company resolveu ampliar sua experiência em refrigerantes a partir de combinações feitas pelo consumidor.
O projeto da máquina Freestyle, como foi batizada, teve início há cinco anos e, por enquanto, 69 estão instaladas nos EUA, ainda em fase de testes. Segundo informações do The Wall Street Journal, ainda neste mês, a Coca pretende instalar mais 500 aparelhos no país. As máquinas vão ser distribuídas aos poucos para garantir que cada região terá técnicos bem treinados.
Ao contrário das máquinas tradicionais, que têm vários bocais de onde sai o produto já pronto, a Freestyle tem um único orifício que libera a água carbonatada e os outros "ingredientes" escolhidos pelo cliente, que são misturados ao ar livre. São 104 sabores disponíveis, que podem ser selecionados por meio de um menu numa tela de toque.
O projeto da nova máquina da Coca rendeu à empresa o 19º lugar no ranking de empresas mais inovadoras do mundo, divulgado neste ano pela revista Bloomberg BusinessWeek. Até agora, a companhia registrou 34 patentes para a Freestyle, uma delas, considerada pela Coca como a mais importante, é a tecnologia Perfect Pour, que impede que o refrigerante "montado" por um cliente fique com o gosto do escolhido pelo consumidor anterior.
A tecnologia usada para medir as quantidades de sabor concentrado e armazenado em dezenas de cartuchos plásticos é a mesma aplicada geralmente na manipulação de medicamentos. Para cuidar do design, a Coca contratou projetistas dos carros de corrida da Ferrari, que deram um aspecto mais moderno ao aparelho.
Outro diferencial é que a Freestyle é conectada à internet para enviar informações sobre as preferências dos consumidores em determinados locais e horários e, ainda, avisar a Coca sobre a necessidade de novos carregamentos de ingredientes.
terça-feira, 30 de março de 2010
Varejistas Insinuante e Ricardo Eletro anunciam fusão
Grupo ultrapassa o Magazine Luiza e passa a ser o segundo maior varejista de móveis e eletrodomésticos do país.
O setor varejista dá mais um passo em direção à consolidação no país. Nesta segunda-feira (29/3), a rede Insinuante, sediada na Bahia e líder do mercado no Nordeste, e a mineira Ricardo Eletro anunciaram uma fusão que deve criar a segunda maior empresa de móveis e eletroeletrônicos do Brasil. A estimativa de faturamento anual gira em torno de 4 bilhões de reais, ultrapassando a Magazine Luiza e ficando atrás apenas do grupo Pão de Açúcar - que comprou o Ponto Frio e assumiu o controle da Casas Bahia.
Com a união, o comando do novo grupo deve ficar a cargo de Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro, e a presidência do conselho de administração pertencerá a Luiz Carlos Batista, da Insinuante. Tanto a Insinuante quanto o Magazine Luiza haviam participado da briga pela compra do Ponto Frio no ano passado, mas perderam na reta final para o Pão de Açúcar.
De certa forma, a fusão entre Ricardo Eletro e a Insinuante é uma reação ao avanço do grupo de Abilio Diniz. Juntas as duas empresas terão uma rede de mais de 500 lojas - 55% eram da mineira e 45%, da baiana - distribuídas em 19 Estados. O foco da nova empresa deve ser o Sudeste, concentrando suas estratégias para ganhar mercado em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, as duas redes travavam uma disputa pesada na região Nordeste, grande filão de crescimento do consumo do País. Com o crescimento do poder de consumo da classe C, concentrada especialmente na região Nordeste, as redes regionais tendem a se fortalecer para brigar por esse consumidor emergente e fazer frente ao megaconglomerado formado por Pão de Açúcar e Casas Bahia.
Fonte: Portal Exame com informações da Agência Estado.
O setor varejista dá mais um passo em direção à consolidação no país. Nesta segunda-feira (29/3), a rede Insinuante, sediada na Bahia e líder do mercado no Nordeste, e a mineira Ricardo Eletro anunciaram uma fusão que deve criar a segunda maior empresa de móveis e eletroeletrônicos do Brasil. A estimativa de faturamento anual gira em torno de 4 bilhões de reais, ultrapassando a Magazine Luiza e ficando atrás apenas do grupo Pão de Açúcar - que comprou o Ponto Frio e assumiu o controle da Casas Bahia.
Com a união, o comando do novo grupo deve ficar a cargo de Ricardo Nunes, dono da Ricardo Eletro, e a presidência do conselho de administração pertencerá a Luiz Carlos Batista, da Insinuante. Tanto a Insinuante quanto o Magazine Luiza haviam participado da briga pela compra do Ponto Frio no ano passado, mas perderam na reta final para o Pão de Açúcar.
De certa forma, a fusão entre Ricardo Eletro e a Insinuante é uma reação ao avanço do grupo de Abilio Diniz. Juntas as duas empresas terão uma rede de mais de 500 lojas - 55% eram da mineira e 45%, da baiana - distribuídas em 19 Estados. O foco da nova empresa deve ser o Sudeste, concentrando suas estratégias para ganhar mercado em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, as duas redes travavam uma disputa pesada na região Nordeste, grande filão de crescimento do consumo do País. Com o crescimento do poder de consumo da classe C, concentrada especialmente na região Nordeste, as redes regionais tendem a se fortalecer para brigar por esse consumidor emergente e fazer frente ao megaconglomerado formado por Pão de Açúcar e Casas Bahia.
Fonte: Portal Exame com informações da Agência Estado.
Pesquisa da Brand Finance avalia as 10 marcas mais valiosas do país em 2010
Bradesco continua com a marca mais valiosa do Brasil
As marcas nacionais estão mais valorizadas. O valor de mercado das companhias brasileiras subiu de R$ 995,2 bilhões para R$ 1,52 trilhão. Isto significa um crescimento de 52% no valor delas de acordo com a quinta edição da pesquisa "As 100 marcas mais valiosas do Brasil", feita pela Brand Finance em parceria com a revista The Brander/IAM com 6.221 pessoas em todo o país.
O estudo mostra que a soma do valor das marcas aumentou 23%, saindo de R$ 221, 4 bilhões para R$ 273,3 bilhões. Pela quarta vez, o Bradesco aparece na liderança com valor de R$ 23,1 bilhões. Em seguida aparece o Itaú com R$ 12 bilhões e Banco do Brasil em terceiro, com R$ 11,6 bilhões. Já a Petrobras figura na quarta posição atingindo R$ 9,7 bilhões. Na sequencia ainda estão Vivo (7,6 bilhões), Oi/Telemar (R$ 7,5 bilhões); Casas Bahia (R$ 7,2 bilhões); Caixa (R$ 7,0 bilhões); Carrefour (R$ 6,5 bilhões) e Fiat (R$ 6,4 bilhões).
Os bancos foram os grandes destaques entre os setores com maior percentual de crescimento em valor, seguido pelo varejo e em seguida a exportação de commodities. Na ordem, temos Santander (140%), Ultrapar (109%), Gerdau (106%), HSBC (93%), Caixa (74%), Wall Mart (74%), Petrobras (65%), BNDES (62%), Banco do Brasil (56%), Honda (54%), Carrefour (52%), Casas Bahia (44%), Magazine Luiza (44%) e Bradesco (42%).
Por outro lado, as marcas que tiveram o pior desempenho são lideradas pela Sadia, que este ano apresentou retrocesso de 26%. As outras marcas que precisam rever suas estratégias são Nokia (-38%), e Texaco, (34%). Já as marcas Cargill, Pepsico, Visa, Odebrecht, WEG, ArcelorMittal, Localiza, Banrisul e Microsoft, aparecem como novatas na lista das 100 mais valiosas do Brasil em 2010.
Fonte: Portal Exame
As marcas nacionais estão mais valorizadas. O valor de mercado das companhias brasileiras subiu de R$ 995,2 bilhões para R$ 1,52 trilhão. Isto significa um crescimento de 52% no valor delas de acordo com a quinta edição da pesquisa "As 100 marcas mais valiosas do Brasil", feita pela Brand Finance em parceria com a revista The Brander/IAM com 6.221 pessoas em todo o país.
O estudo mostra que a soma do valor das marcas aumentou 23%, saindo de R$ 221, 4 bilhões para R$ 273,3 bilhões. Pela quarta vez, o Bradesco aparece na liderança com valor de R$ 23,1 bilhões. Em seguida aparece o Itaú com R$ 12 bilhões e Banco do Brasil em terceiro, com R$ 11,6 bilhões. Já a Petrobras figura na quarta posição atingindo R$ 9,7 bilhões. Na sequencia ainda estão Vivo (7,6 bilhões), Oi/Telemar (R$ 7,5 bilhões); Casas Bahia (R$ 7,2 bilhões); Caixa (R$ 7,0 bilhões); Carrefour (R$ 6,5 bilhões) e Fiat (R$ 6,4 bilhões).
Os bancos foram os grandes destaques entre os setores com maior percentual de crescimento em valor, seguido pelo varejo e em seguida a exportação de commodities. Na ordem, temos Santander (140%), Ultrapar (109%), Gerdau (106%), HSBC (93%), Caixa (74%), Wall Mart (74%), Petrobras (65%), BNDES (62%), Banco do Brasil (56%), Honda (54%), Carrefour (52%), Casas Bahia (44%), Magazine Luiza (44%) e Bradesco (42%).
Por outro lado, as marcas que tiveram o pior desempenho são lideradas pela Sadia, que este ano apresentou retrocesso de 26%. As outras marcas que precisam rever suas estratégias são Nokia (-38%), e Texaco, (34%). Já as marcas Cargill, Pepsico, Visa, Odebrecht, WEG, ArcelorMittal, Localiza, Banrisul e Microsoft, aparecem como novatas na lista das 100 mais valiosas do Brasil em 2010.
Fonte: Portal Exame
quarta-feira, 17 de março de 2010
O que você compra pela internet?
Olá Pessoal,
Segue link sobre tipos de produtos que podem ser adquiridos pela internet.
http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/relacoes-de-consumo/o-que-voce-compra-pela-internet-5
Até mais,
Marcos Lopes
Segue link sobre tipos de produtos que podem ser adquiridos pela internet.
http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/relacoes-de-consumo/o-que-voce-compra-pela-internet-5
Até mais,
Marcos Lopes
segunda-feira, 15 de março de 2010
Um grande mercado





Os alunos do 2º comércio realizaram na última semana uma dinâmica em sala de aula, onde simularam um grande mercado, envolvendo fornecedores e compradores. A negociação envolvia a quantidade de produtos à serem comprados, o preço e quem seria o fornecedor, uma vez que, havia mais de uma opção para que os clientes pudessem realizar suas compras.
Ao final, foi realizado um debate para discussão das melhores estratégias do ponto de vista de fornecedores e compradores. Com isso, puderam aplicar as técnicas trabalhadas em sala de aula e comprovar sua eficácia.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Visa terá pagamento por celular em abril
Segue matéria encaminhada pelo aluno Marciel - 2º comércio sobre o pagamento de contas pelo celular.
É a tecnologia tomando conta de nosso dia a dia.
Marcos.
Visa terá pagamento por celular em abril
SÃO PAULO – A operadora de cartões de crédito Visa anunciou uma parceria com a empresa Device Fidelity para liberar, no Brasil, pagamentos por celular a partir de abril.
Segundo a operadora, um acordo entre as duas companhias permitirá aos clientes Visa com celulares que aceitam cartões microSD efetuar pagamentos por celular em estabelecimentos credenciados.
O chip microSD conterá informações que, mediante senha digitada pelo usuário em seu celular, vai liberar o pagamento de compras em estabelecimentos como farmácias, supermercados, lojas de roupas, etc.
O pagamento é primeiro solicitado pelo lojista que envia “a conta” para o número de celular do usuário, que deve aceitá-la e processá-la digitando uma senha pessoal.
A previsão da Visa é liberar este tipo de pagamento a partir de abril em várias cidades do Brasil. Como a Visa já possui grande quantidade de terminais instalados em pontos comerciais no Brasil, a adesão dos comerciantes deve ocorrer rapidamente.
É a tecnologia tomando conta de nosso dia a dia.
Marcos.
Visa terá pagamento por celular em abril
SÃO PAULO – A operadora de cartões de crédito Visa anunciou uma parceria com a empresa Device Fidelity para liberar, no Brasil, pagamentos por celular a partir de abril.
Segundo a operadora, um acordo entre as duas companhias permitirá aos clientes Visa com celulares que aceitam cartões microSD efetuar pagamentos por celular em estabelecimentos credenciados.
O chip microSD conterá informações que, mediante senha digitada pelo usuário em seu celular, vai liberar o pagamento de compras em estabelecimentos como farmácias, supermercados, lojas de roupas, etc.
O pagamento é primeiro solicitado pelo lojista que envia “a conta” para o número de celular do usuário, que deve aceitá-la e processá-la digitando uma senha pessoal.
A previsão da Visa é liberar este tipo de pagamento a partir de abril em várias cidades do Brasil. Como a Visa já possui grande quantidade de terminais instalados em pontos comerciais no Brasil, a adesão dos comerciantes deve ocorrer rapidamente.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Deixe seu comentário sobre os posts
Pessoal, é importante que vocês comentem as matérias, artigos, textos, etc, publicados no blog. Esse espaço é para que possamos trocar idéias, experiências e complementar o que conversamos em sala de aula.
Peço que continuem encaminhando os arquivos para postagem e também leiam os posts já publicados.
Obrigado,
Marcos Lopes.
Peço que continuem encaminhando os arquivos para postagem e também leiam os posts já publicados.
Obrigado,
Marcos Lopes.
Uma lição de liderança
Boa Noite pessoal,
Segue abaixo um artigo sobre liderança encaminhado pela aluna Camila Zeula.
Vale a pena refletir sobre a situação descrita abaixo.
Obrigado,
Marcos Lopes.
Lição...............
"O Líder assume a responsabilidade, não aponta culpados, não justifica "erros", busca solução para os problemas, usa de estratégias para superar dificuldades, planeja, passa tranqüilidade e equilíbrio ao liderado, supera e conduz o time de forma criativa e inovadora, situações adversas nos faz crescer".
Passe a entender seu papel...
Não justifique para seu cliente que você esta com falta de mão de obra, antes, busque alternativa para suprir a falta, antes negocie de forma inteligente as oportunidades, estabeleça o convívio, a comunicação, a negociação e nunca traga a mesa o problema pessoa. Cada vez mais vai aumentar nossos desafios e o gestor (a) não pode fraquejar.
O cliente compra serviços e não desculpas, justificativas, problemas, o mínimo que espera de nós é solução. Não se admite de um gestor (a) este comportamento limitado e comum de apontar problemas domésticos.
Estamos sendo cobrados a fazer diferente e identificar oportunidades e trabalhar estas oportunidades. Isto não se faz com desculpas.
Não formalize situações que podem ser utilizadas de forma anti ética por terceiros. Saiba o que diz e se policie muito com o que se coloca no papel. Mude a visão e o comportamento.
Segue abaixo um artigo sobre liderança encaminhado pela aluna Camila Zeula.
Vale a pena refletir sobre a situação descrita abaixo.
Obrigado,
Marcos Lopes.
Lição...............
"O Líder assume a responsabilidade, não aponta culpados, não justifica "erros", busca solução para os problemas, usa de estratégias para superar dificuldades, planeja, passa tranqüilidade e equilíbrio ao liderado, supera e conduz o time de forma criativa e inovadora, situações adversas nos faz crescer".
Passe a entender seu papel...
Não justifique para seu cliente que você esta com falta de mão de obra, antes, busque alternativa para suprir a falta, antes negocie de forma inteligente as oportunidades, estabeleça o convívio, a comunicação, a negociação e nunca traga a mesa o problema pessoa. Cada vez mais vai aumentar nossos desafios e o gestor (a) não pode fraquejar.
O cliente compra serviços e não desculpas, justificativas, problemas, o mínimo que espera de nós é solução. Não se admite de um gestor (a) este comportamento limitado e comum de apontar problemas domésticos.
Estamos sendo cobrados a fazer diferente e identificar oportunidades e trabalhar estas oportunidades. Isto não se faz com desculpas.
Não formalize situações que podem ser utilizadas de forma anti ética por terceiros. Saiba o que diz e se policie muito com o que se coloca no papel. Mude a visão e o comportamento.
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